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	<title>Confraria do Marquês &#187; Mauro Nogueira</title>
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	<description>a cerveja é a nossa nobreza!</description>
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		<title>XXI CURSO DE CERVEJA ARTESANAL DA CONFRARIA !</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 01:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Juntamos hoje uma turma maneiríssima para o vigésimo curso da Confraria. Fizemos uma Belgian Strong Dark. Depois a gente posta a receita, mas teve pilsen, munich, melano, cara 120 e um tico de carafa só para cor. Usamos lama de t-58 da Tamarindo Belgian Pale Ale que tem passagem comprada para Floripa. Degustamos o dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juntamos hoje uma turma maneiríssima para o vigésimo curso da Confraria.</p>
<p>Fizemos uma Belgian Strong Dark. Depois a gente posta a receita, mas teve pilsen, munich, melano, cara 120 e um tico de carafa só para cor.</p>
<p>Usamos lama de t-58 da Tamarindo Belgian Pale Ale que tem passagem comprada para Floripa.</p>
<p>Degustamos o dia todo India Black Ale, a AleluiaOgum! e a segunda versão da Camarada, que foi sucesso absoluto e tem um corniezinho prometido para Floripa também.</p>
<p>Rapeizi muito maneira a dessa turma !</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-648" title="DSC04633" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC046332-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
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		<title>Brassagem em homenagem a São Jorge!</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 11:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sábado de Aleluia, 23 de abril, dia de São Jorge. Com um lindo dia de sol, Confraria reunida, as crianças todas soltas, resolvemos matar o malte defumado do estoque, já que não deu tempo mesmo de preparar a Classic Rauchbier pro concurso das ACervAs. A idéia inicial era inventar uma Imperial Rauchbier, que seria uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado de Aleluia, 23 de abril, dia de São Jorge. Com um lindo dia de sol, Confraria reunida, as crianças todas soltas, resolvemos matar o malte defumado do estoque, já que não deu tempo mesmo de preparar a Classic Rauchbier pro concurso das ACervAs. A idéia inicial era inventar uma Imperial Rauchbier, que seria uma parte fermentada com fermento lager (seria uma Smoked Bock) e outra com fermento ale (uma Smoked Barley Wine). Mas essas vão ficar no projeto, já  que o defú disponível seria muito pouco para tal empreitada.</p>
<p>Foi pra panela, então, uma defumadinha básica mesmo. A malandragem desta vez foi brassar com decocção tripla, pela primeira vez. É que, na ausência de malte pilsen e buscando uma cerveja o mais limpida possível, achamos de fazer uma parada proteica. Da proteica, a primeira decoc leva a brassagem para a parada de sacarificação a 65º.</p>
<p>Agregamos, também, o conhecimento disseminado pela <a href="http://cerveja-lucida.wikispaces.com/Decoc%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">Cerveja Lúcida</a>, dos amigos Lucio Fialho e Daniel Caruso. No último post,  eles compartilham o pulo-do-gato da decocção: fazer uma parada a 70º, para quebrar o amido em dextrinas, facilitando o trabalho da beta amilase, quando o bagaço fervido volta para a panela da brassagem.</p>
<p>A segunda decoc leva da beta para a alfa amilase, a 70º. E a terceira, da alfa para o mash out a 78º.</p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-623" title="aleluiaogum_3" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Recirculação da &#39;Aleluia Ogum!&#39;, cor maravilhosa...</p></div>
<p>Uma outra novidade que vem sendo testada com sucesso pela Confraria é a fermentação utilizando sacos plásticos dentro dos fermentadores, desta forma pode-se garantir uma boa economia no que diz respeito aos produtos necessários à limpeza dos fermentadores depois do uso, assim como maior praticidade no armazenamento da &#8216;lama&#8217; da fermentação para em brassagens seguintes. Os sacos plásticos utilizados são atóxicos e passam normalmente pela sanitização com iodofor antes da utilização. Qualquer hora dedicaremos um post exclusivo para o detalhamento do novo método.</p>
<div id="attachment_624" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-624" title="aleluiaogum_0" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_0-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Fermentador garrafão de água com saco plástico em seu interior.</p></div>
<p>Muito legal também é esse novo estilo de fazer cerveja da Confraria, com as panelas do lado de fora, surrasquim rolando, som de qualidade  e uma penca de visitas ilustres. Chegaram ao Vale os já amigos Felipe e Fabricio, ilustres cervejeiros de Terê, da recem fundada <a href="http://terradegigantes.blogspot.com/2010/11/nova-leva-de-rezende-bier.html" target="_blank">Rezende Bier</a>, ainda na sexta brassagem, e, como é quase que obrigatório, apaixonados pela &#8216;causa&#8217;. Além deles estavam presentes também os amigos <a href="http://blog.cervejarte.org/" target="_blank">Ricardo Rosa</a> e a Duda, além da também <a href="http://www.femalecarioca.blogspot.com/" target="_blank">FemAle Carioca</a> Lu Guerreira.</p>
<div id="attachment_635" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-635" title="aleluiaogum_6" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_6-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Não podia faltar um brinde com a &#39;Double Chocolate Stout&#39; da DaDo Bier, já que estavam presentes os pais da criança!</p></div>
<p>A cerveja &#8216;de trabalho&#8217; deste sábado foi a Imperial IBA (Imperial India Black Ale) que fizemos no mês de janeiro, mais uma dessas várias cervas que teimam em nos escapar e acabam por ficar sem um post que cá entre nós seria bem merecido, dada a altíssima qualidade dessa cerva.</p>
<div id="attachment_626" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-626" title="aleluiaogum_2" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">A Imperial IBA que ajudou na alimentação do pessoal da produção.</p></div>
<p>Nesse clima todo, resolvemos inovar um pouco e colocar o laptop aberto bem na página da CM, na caixa de texto para um novo post. A idéia agora é redigir a medida que a brassagem acontece, quem sabe assim os posts saem com mais facilidade&#8230; rs.</p>
<div id="attachment_625" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-625" title="aleluiaogum_1" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Maurinho iniciando este post ainda no início da brassagem!</p></div>
<p>Pois bem, desta brassagem vão sair 3/4 do mosto para fermentar com o  Nottingham e 1/4 com o W34/70. Se ficar boa a tempo, quem sabe até não  se mete a competir em Floripa&#8230; e essa criança já tem nome: é &#8216;Aleluia  Ogum!&#8217; em homenagem, obviamente, ao dia santo e ao santo do dia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Segue a receita:</span><strong><em><br />
6,50 kg &#8211; Munich Belga (25,0 EBC) &#8211; 42,24 %<br />
5,94 kg &#8211; Smoked Malt (Weyermann) (3,9 EBC) &#8211; 38,60 %<br />
2,50 kg &#8211; Melano Belga (80,0 EBC) &#8211; 16,24 %<br />
0,45 kg &#8211; Caramunich II (Weyermann) (120,0 EBC) &#8211; 2,92 %<br />
70,00 gm &#8211; Hallertauer [10,00 %] (90 min) &#8211; 26,1 IBU</em></strong></p>
<div id="attachment_627" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-627" title="aleluiaogum_4" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2011/04/aleluiaogum_4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Preparando os fermentadores com a ajuda da luz dos faróis</p></div>
<p>Com toda essa boa energia na brassagem de sábado, ainda restou pilha suficiente para uma nova brassagem no domingo onde foi preparada a leva comemorativa de 1 ano d&#8217;A Camarada, a american amber ale com capim limão que foi o debut do confrade André pilotando as panelas da CM, no ano passado. Mas aí já é uma outra história&#8230;</p>
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		<title>Dilma vez só: Dunkelweizen pa&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 22:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dilma vez só: Dunkelweizen para o curso do dia 28/11, wet hopped Wheat Wine com o primeiro mosto e Lulúpulo 2010!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dilma vez só: Dunkelweizen para o curso do dia 28/11, wet hopped Wheat Wine com o primeiro mosto e Lulúpulo 2010!</p>
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		<title>Menininha, a Wit Campeã !!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 02:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo de agosto, eu e o confrade Andre botamos em prática um projeto antigo, já muitas vezes adiado pelo vício de fazer cervejas lupuladas, alcoolicas, extremas, radicais etc. A idéia era trabalhar um estilo muito apreciado, mas que é desses de dar raiva na hora de colocar só um tico de lupulo ou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo de agosto, eu e o confrade Andre botamos em prática um projeto antigo, já muitas vezes adiado pelo vício de fazer cervejas lupuladas, alcoolicas, extremas, radicais etc. A idéia era trabalhar um estilo muito apreciado, mas que é desses de dar raiva na hora de colocar só um tico de lupulo ou de planejar o teor alcoolico abaixo de 5%: uma wit, cerveja de trigo em estilo belga, condimentada normalmente com semente de coentro e casca de laranja. Cerveja leve, refrescante, de alto drinkability, coisa de menininha&#8230; rs</p>
<p>A malandragem dela seria colocar na receita um ingrediente do quintal da nossa casa em Terê, onde está sediada a Confraria do Marquês. Planejamos então juntar a semente de coentro casca do lindo limão galego do quintal.</p>
<div id="attachment_429" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/SNC00627.jpg"><img class="size-medium wp-image-429" title="SNC00627" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/SNC00627-300x225.jpg" alt="os escolhidos" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">os escolhidos</p></div>
<div id="attachment_430" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/SNC00625.jpg"><img class="size-medium wp-image-430" title="SNC00625" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/SNC00625-300x225.jpg" alt="eles no pé" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">eles no pé</p></div>
<p>Várias firulas tinha essa cerva. Primeiro, o fermento específico era um Brewferm Blanche que o <a href="http://blog.cervejarte.org/">Ricardo </a>tinha me dado há um tempão, tanto tempo que o bichinho já estava vencidaço há mais de 1 ano. Tive que trabalhar o fermento fazendo um starter de 2 l. As celulas ainda viáveis no pacotinho entenderam bem o recado: cresceram e multiplicaram, a ponto de darem conta de fermentar os 60 litros da nossa leva.</p>
<p>O trigo das wits normalmente é não-malteado. Comprei um trigo organico numa loja natureba. O bicho é danado de duro e foi o primeiro grão a vencer nosso moinho tabajaramente automatizado com uma furadeira nova e potente, mas que não conseguiu fazer o moinho rodar com o trigo. Partimos para o liquidificador, que moeu direitinho.</p>
<p>O trigo não malteado precisa ser cozido antes da brassagem. Trigo em flocos é bem mais caro mas é bem mais prático, por ser pre-cozido e não precisar moer.</p>
<p>Cozinhamos o trigo, que virou uma especie de papa. Dava até medo de juntar malte ali.</p>
<p>Completamos a água da brassagem e juntamos a aveia para fazermos a parada proteica, por 20 min. Depois, subimos para a sacarificação a 65º, só colocando o malte nessa fase.</p>
<p>Pelo baixo percentual de malte na receita (49%, contra 46 de trigo + aveia não malteados), planejamos uma brassagem bem longa, de 2h. E o resultado dessa brassagem longa, que tenho percebido também em outras cervas feitas ultimamente, foi uma belíssima atenuação. Muitas vezes eventual teste do iodo pode até acusar conversão plena do amido em bem menos tempo, mas há açucares não fermentáveis, trabalhados pela alfa amilase, que precisam esperar a ação da beta também sobre eles. E isso acontece numa brassagem longa.</p>
<p>A receita tinha, então, 49,4% de malte pilsen, 38% de trigo não malteado orgânico, 7,6 % de aveia em flocos (para garantir o aveludado que conquistaria os jurados do III Mini Concurso da ACervA Carioca)  e 5% de açucar. O açucar entrou na receita para garantir a fermentabilidade do mosto, dando leveza a cerveja e como ingrediente incolor, já que queríamos uma wit bem branca mesmo.</p>
<p>De lupulo, usamos a quantidade ridícula de 40 g de cluster, gerando 11 unidades de amargor. Uma vergonha ! rss</p>
<p>Nossa Menininha, como resolvemos apelidar essa wit campeã em homenagem a minha sobrinha e filha do Andre, Flora, que aniversariou pela segunda vez no sábado da premiação, ficou assim (receita para 60 litros):</p>
<p>6,5k de malte pilsen</p>
<p>5k de trigo não malteado orgânico</p>
<p>1k de aveia em flocos</p>
<p>660 g de açucar refinado</p>
<p>40 g de lupulo Cluster (a.a. 7%), faltando 60 min para o final da fervura (total de 90 min)</p>
<p>40 g de semente de coentro</p>
<p>40 g de casca de limão galego (so a casca de fora mesmo, onde estão os óleos essenciais, sem pegar a parte branca, que é amarga)</p>
<p>Fermento Brewferm Blanche, seco.</p>
<p>OG: 1047</p>
<p>FG: 1009</p>
<p>Fermentou por 1 semana no frio de terê, sem controle de temperatura. Apenas guardamos na geladeira desligada,  o que garantiu uma variação pequena de temperatura, que ficou em torno de 17º. Foi legal que nessa temperatura baixa a cerveja não esterificou muito, prevalecendo o aroma do coentro, ja´que o limão galego também não apareceu muito.</p>
<p>Depois de maturar por 3 semanas, o resultado foi que ela emplacou no III Mini Concurso da ACervA Carioca, levando o primeiro lugar, na maravilhosa festa de sábado na casa do Jooooohn !!</p>
<p>Eram 21 cervejas excelentes, das quais degustei 7, como jurado escalado para uma mesa de bocks, dopplelbocks, rauch, pilsen e uma dubbel. Foi muito legal julgar todas essas cervejas pela concepção da receita, pois nenhuma delas tinha defeitos como contaminação ou off flavors decorrentes de erros no processo de fabricação.</p>
<p>Ouvi o mesmo dos jurados das outras mesas. A galera do Rio está realmente sinistra, fazendo cervejas cada vez melhores.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC00598.JPG"><img class="size-medium wp-image-431" title="DSC00598" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/09/DSC00598-300x225.jpg" alt="a galera compenetrada julgando as cervejas" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">a galera compenetrada julgando as cervejas</p></div>
<p>Depois da primeira fase, que escolheu 2 cervejas de cada mesa para uma final com as 6 mais bem pontuadas, foi servido ao almoço, um cozido maravilhoso do pessoal do Comida di Panela.</p>
<p>O <a href="http://cerveja-lucida.wikispaces.com/">Lucio</a> fez uma palestra inaugurando as atividades da Fermentoteca Carioca, para ensinar a turma a propagar os fermentos que a ACervA está colecionando e depois foi a segunda fase do julgamento. Fui comunicado de que não iria participar do julgamento essa segunda fase, sinal de que nossa cerva estava entre as 6 melhores !!</p>
<p>Muito maior foi a felicidade de saber que ela ficou em primeiro lugar e que será a cerveja oficial da tradicional Ceia de Natal da ACervA Carioca !</p>
<p>Antes desse evento, já combinamos de trabalhar no projeto Double Wit, receita com parametros parecidos, mas com teor alcoolico mais alto.</p>
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		<title>Presença Vermelha no XIV Curso da Confraria</title>
		<link>http://www.confrariadomarques.com.br/processo/presenca-vermelha-no-xvi-curso-da-confraria/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Informes]]></category>
		<category><![CDATA[Processo]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[O XIV Curso de Cerveja Artesanal da Confraria do Marquês, está chegando, os preparativos a mil, muita procura, vários futuros cervejeiros já inscritos, uma Porter, uma Kölsch e um Pilsen preparadas pra degustação e &#8230; de repente me vem uma ideia: falta uma cerva vermelha nesse curso ! Resolvi, então, botar em prática uma idéia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.confrariadomarques.com.br/?page_id=18" target="_self"><strong>XIV Curso de Cerveja Artesanal da Confraria do Marquês</strong></a>, está chegando, os preparativos a mil, muita procura, vários futuros cervejeiros já inscritos, uma <em>Porter</em>, uma <em>Kölsch</em> e um <em>Pilsen</em> preparadas pra degustação e &#8230; de repente me vem uma ideia: falta uma cerva vermelha nesse curso !</p>
<p>Resolvi, então, botar em prática uma idéia que já vinha maturando há algum tempo, de fazer uma cerveja de trigo e centeio em estilo americano. Só que elas, em geral, são claras e não cabia mais cerveja clara nesse curso.</p>
<p>Bolei uma <em>American Red Rye Ale</em>, uma cerveja com 40% de maltes de trigo e centeio, 15% de grãos especiais (malte caramelizado, aromático e trigo não malteado torrado para cor), fermento americano ale daqueles que dão um final bem limpo e seco (ao contrário dos classicamente usados para cervejas de trigo e centeio, que têm notas de banana e cravo, os alemães), médio teor alcoolico, baixo amargor e ligeiros sabor e aroma de lúpulo Cascade, variedade típica das cervas americanas. Calhou do Lucio (Fialho, que faz, junto com o Daniel Caruso a <a href="http://cerveja-lucida.wikispaces.com/" target="_blank">Cerveja Lúcida</a>) fazer mó propaganda dum fermento líquido com essas características, o WLP 060. O Lucio e o Daniel desenvolveram habilidades fenomenais no trato com essas criaturinhas tão especiais (as leveduras). Logo, não hesitei em aceitar a oferta de uma parte da purga de fermento que eles estariam fazendo justo no dia da minha brassagem. As bichinhas saíram nervosas do fermentador cônico de 100 litros deles e vieram direto pro mosto que eu acabara de brassar. Aproveitei – é claro – e tive que degustar (olha que sacrifício !! rsss) uma pilsen e uma bela <em>barley wine</em> deles.</p>
<p>Essa <em>American Red Rye</em> Ale será servida no <a href="http://www.confrariadomarques.com.br/?page_id=18" target="_self">curso da confraria</a>, no próximo dia 10 (de abril de 2010) e espero agrade os futuros cervejeiros. Quero que ela fique encorpada, vermelha (tendendo pro marrom), límpida, com bom equilíbrio entre o malte, amargor e as notas de lúpulo.</p>
<p>Ela vai também concorrer no miniconcurso interno da <a href="http://www.acervacarioca.com.br/" target="_blank">ACervA Carioca,</a> que elegerá uma cerveja para ser produzida coletivamente para fazer presença no festival de premiação do <strong>V Concurso Nacional de Cervejas Artesanais</strong>, esse ano organizado pela <a href="http://www.acervagaucha.com.br/" target="_blank">ACervA Gaúcha</a>. Será em Porto Alegre, no feriado de Corpus Christi.</p>
<p>Segue a receita, adaptada para 20 litros, já que esse é o padrão do <a href="http://www.confrariadomarques.com.br/?page_id=18" target="_self">curso da Confraria</a>:</p>
<h3><strong>American Red Rye Ale</strong></h3>
<p><strong><em>Maltes:</em></strong></p>
<p><em>1k de malte de trigo claro<br />
1k de malte de centeio<br />
2k de malte pilsen<br />
250 g de malte aromático belga (aroma 100) ou melanoidina<br />
500 g de carared<br />
80 g de roasted wheat (trigo não malteado torrado)</em></p>
<p><strong><em>Brassagem:</em></strong></p>
<p><em>- parada de 30 a 55° (protein rest)<br />
- 1h30&#8242; a 65° (sacarificação)<br />
- sobe para 80° (mash out)</em></p>
<p><strong><em>Lupulagem:</em></strong></p>
<p><em>- 10g de Hallertau Tradition faltando 60 min pro final da fervura (para amargor);<br />
- 20 g de Cascade, faltando 15 min.</em></p>
<p><strong><em>Fervura: </em></strong></p>
<p><em>- Tempo total 90 minutos<br />
- um comprimido de whirfloc (para clarificação), faltando 15 min para o fim da fervura.</em></p>
<p><em><strong>Fermentação:</strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>- fermento WLP 060, a 18° (o fermento seco US-05 deve substituir bem, na falta desse fermento líquido que usei).</em></p>
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		<title>Hectolitrozinho básico para as necessidades</title>
		<link>http://www.confrariadomarques.com.br/processo/hectolitrozinho-basico-para-as-necessidades/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 13:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Processo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra descansar do carnaval e em meio às obras na nossa sede, a Confraria se reuniu na sexta de cinzas para produzir uma leva dupla que servirá para regar o curso marcado para o dia 10 de abril e repor nosso estoque. A tarefa não era fácil, primeiro porque nossa sedezinha está em obras para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra descansar do <a title="veja as fotos do carnaval" href="http://picasaweb.google.com.br/LuGuerreira/EuriclesDeMalte2010" target="_blank">carnaval</a> e em meio às obras na nossa sede, a Confraria se reuniu na sexta de cinzas para produzir uma leva dupla que servirá para regar o <a title="veja as informações sobre o nosso curso" href="http://www.confrariadomarques.com.br/?page_id=18" target="_blank">curso marcado para o dia 10 de abril</a> e repor nosso estoque.</p>
<p>A tarefa não era fácil, primeiro porque nossa sedezinha está em obras para a construção de um tanque, o que despejou nossa produção para a churrasqueira, nos forçando a “harmonizar” a produção com um mega churrasco que durou o processo todo. Além disso, os três confrades estavam cuidando de criança.</p>
<p>Ainda bem que nesse cenário de furdunço, pudemos contar com a presença salvadora do Ricardo (Rosa, <a href="http://www.cervejarte.org/">www.cervejarte.org</a>).</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-322" title="CM_FEV_01" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_01-300x225.jpg" alt="CM_FEV_01" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A idéia foi fazer uma leva dupla, com dois estilos diferentes que pudessem sair da mesma brassagem. Eu queria por que queria fazer pela segunda vez uma pilsen, depois do sucesso da minha primeira, que só tive coragem de fazer depois de 5 anos fazendo cerveja. Pra ser bem sincero, sabendo que pilsen é um estilo muito sutil, assim como weizen, por exemplo, meu medo era que uma pilsen minha ficasse pior do que as porcarias que rolam por aí. Medo bobo. Ficou tão boa que me animei a repetir a receita, que tinha sido feita com dupla decocção, fermento líquido Wyeast Urquell e um monte de lúpulo Saaz em flor.</p>
<p>Tive que fazer umas adaptações pra essa segunda pilsen, porque não tinha mais o fermento nem o saaz em flor. Usei pellets mesmo e o fermento W 34/70, seco.</p>
<p>A outra cerveja deveria ser uma ale clara. Seria uma brassagem e duas fervuras separadas, por causa da diferença de lupulagem.</p>
<p>O estilo ale que mais se adapta à receita de grãos (puro malte, 95% pilsen + 5% malte caramelo belga 16 EBC) na minha opinião é o Kölsch. Não tinha também um fermento específico, mas planejei uma fermentação em temperatura relativamente baixa num tanque com Nottingham e outro com US-05, fermentos tidos como neutros.</p>
<p>Ambas (pilsen e kölsch) foram lupuladas com Hallertau Tradition  para amargor e Saaz para aroma. A pilsen, mais margosinha, com 35 IBU e a kölsch com 28. A pilsen ficou com OG de 1052 e a kölsch com 1051.</p>
<p>Queria falar um pouco sobre a rampa de dupla decocção que bolei pra essa cerva. Decocção é um método de brassagem em que parte do mosto + bagaço é fervida em separado durante o cozimento e depois devolvida ao tanque para  elevar a temperatura a uma parada superior. Isso pode ser feito várias vezes durante a brassagem (decocção simples, dupla, tripla).</p>
<p>A decocção escurece ligeiramente o mosto, intensifica bastante o caráter de malte da cerveja (pela caramelização, reação de maylard, formação de melanoidina) e ajuda na clarificação do mosto. A clarificação acontece como decorrência da coagulação de proteínas durante essa fervura de parte do mosto durante a brassagem, antes da recirculação do mosto. Na recirculação, as proteínas coaguladas na decocção ficam presas na cama de malte e o mosto que vai para a fervura sai bem mais limpo, diminuindo o trub do final da fervura. Isso fica bem visível principalmente para quem usa pouco lúpulo, mas esse não é o meu caso (mesmo com esses IBUs baixos, carreguei no aroma&#8230; rssss).</p>
<div id="attachment_338" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_02.jpg"><img class="size-medium wp-image-338 " title="CM_FEV_02" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_02-300x225.jpg" alt="CM_FEV_02" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">André temperando a criança</p></div>
<p>Bem a rampa proposta foi a seguinte. Colocamos o malte na água a 70º, com o que a temperatura caiu para 65º. Não fizemos parada de proteína. Ficou 20 min a 65º e tiramos 1/3 para a fervura da decocção. Esse tempo inicial de 20 min a 65º é importante para um início de sacarificação. O açúcar já convertido e diluído na água carameliza e propicia a reação de mayllard. Nessa primeira decocção, é recomendável que se pegue mais bagaço que água, considerando que ainda não haverá muito açúcar diluído e ele estará entranhado nos grãos.</p>
<p>Fervemos a decocção por 20 min, o que significa ao todo uns 30, considerando uns 10 min que se passam até levantar fervura.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_08.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-325" title="CM_MAR_08" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_08-300x225.jpg" alt="CM_MAR_08" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A decocçaõ volta para a panela de brassagem, com o que a temperatura sobe para em torno de 70º. Acho que ficou um pouco abaixo, mas corrigimos para fazer essa parada em 70º por 30 min.</p>
<p>Tiramos de novo para a decocção (dessa vez, mais água que bagaço), para ferver por 20 min e voltar para a panela, elevanto a temperatura para o mash out.</p>
<p>Resumindo, é uma decocção da beta para a alfa amilase e outra da alfa amilase para o mash out.</p>
<div id="attachment_340" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_00.jpg"><img class="size-medium wp-image-340" title="CM_FEV_00" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_FEV_00-300x225.jpg" alt="CM_FEV_00" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Maurinho recirculando</p></div>
<p>As bichinhas já fermentaram e estão maturando. A impressão da prova tirada nessa fase é ótima.</p>
<div id="attachment_328" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_02.jpg"><img class="size-medium wp-image-328" title="CM_MAR_02" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_02-300x225.jpg" alt="CM_MAR_02" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">As Pilsen saindo da fermentação.</p></div>
<div id="attachment_330" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_06.jpg"><img class="size-medium wp-image-330" title="CM_MAR_06" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_06-300x225.jpg" alt="CM_MAR_06" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Dotô Maurinho refletido durante o processo de transferência da Kölsch para a maturação.</p></div>
<div id="attachment_334" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_03.jpg"><img class="size-medium wp-image-334" title="CM_MAR_03" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CM_MAR_03-300x225.jpg" alt="CM_MAR_03" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">O fundo &#39;do tacho&#39;.</p></div>
<p>Quem participar do XVI Curso da Confraria vai poder tirar suas próprias conclusões.</p>
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		<title>XIII Curso de Cerveja Artesanal da Confraria do Marquês – Peated Brown Ale</title>
		<link>http://www.confrariadomarques.com.br/geral/xv-curso-de-cerveja-artesanal-da-confraria-do-marques-peated-brown-ale/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[female carioca]]></category>
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		<description><![CDATA[Mesmo super sem tempo em função dos compromissos particulares de cada um dos confrades e principalmente por causa do envolvimento com a realização do IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, promovido pela ACervA Carioca, a Confraria do Marquês realizou, neste último sábado, dia 19 de setembro, o XIII Curso de Cerveja Artesanal. Como já é sabido, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo super sem tempo em função dos  compromissos particulares de cada um dos confrades e principalmente  por causa do envolvimento com a realização do <strong>IV Concurso Nacional  de Cervejas Artesanais</strong>, promovido pela ACervA Carioca, a Confraria do  Marquês realizou, neste último sábado, dia 19 de setembro, o XIII Curso  de Cerveja Artesanal.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03194.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-241" style="border: 1px solid black;" title="dsc03194" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03194-300x225.jpg" alt="dsc03194" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como já é sabido, a Confraria  vem, ao longo desses 4 anos de existência, se dedicando à divulgação  da cultura da cerveja caseira, formando cervejeiros iniciantes, nos  cursos em que propagamos o método e receitas que desenvolvemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas grandes novidades nessa edição  do curso da Confraria: primeiro, a ilustríssima participação do “recém-confradado”  André Nader, meu cunhado e compadre do Tiago (mó panelinha essa Confraria  do Marquês, hein …), cervejeiro para variar amante de IPAs, mas talentoso  também na parte informática do projeto. Deu um oxigênio no site,  que está fermentando que é uma beleza, com muitas e muitas visitas  diárias, o que nos deixa feliz por constatar a realização do sonho  de presenciar a ebulição do movimento pela criação da cultura da  cerveja caseira e de qualidade no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03210.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-243" style="border: 1px solid black;" title="dsc03210" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03210-300x225.jpg" alt="dsc03210" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A outra novidade foi mais uma visita  ao mais novo endereço do circuito cervejeiro carioca, o amigo <em>Lapa  Café </em>(Rua Gomes Freire, 453 – de segunda sexta até as 19h),  onde se podem degustar não só as melhores cervejas especiais, importadas  e nacionais, como – mais especiais ainda &#8211; alguns exemplares de cervas  caseiras.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03223.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-244" style="border: 1px solid black;" title="dsc03223" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03223-300x225.jpg" alt="dsc03223" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outra presença adorável foi a <a class="wp-caption" href="http://femalecarioca.blogspot.com" target="_blank">FemAle  Luciane</a> (a Lu), no controle de qualidade (das cervejas  todas e do toque feminino que evita do curso descambar prum lance mais  ogro&#8230; rsss).</p>
<p style="text-align: justify;">O curso foi regado a sete cervejas  diferentes da Confraria do Marquês, seis delas servidas em barril e  mais a <a href="http://www.confrariadomarques.com.br/?p=66" target="_self"><em>Hop Wine</em></a>, que deu o ar da graça em dois <em>bier sifons </em> que secaram rapidinho.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03320.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-245" style="border: 1px solid black;" title="dsc03320" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03320-300x225.jpg" alt="dsc03320" width="300" height="225" /></a></p>
<p>As dos <em>cornélius </em> eram:</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03212.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-246" style="border: 1px solid black;" title="dsc03212" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03212-300x225.jpg" alt="dsc03212" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">- uma <strong><em>Scotish Ale</em>,</strong> que abriu  os trabalhos, levezinha e com as notas interessantes desse fermento  Scotish Ale da Wyeast, testado pela segunda vez por mim (a primeira  gerou uma Peat Smoked que vai rolar num cornélius no festival da ACervA  em 11 de outubro) e do lúpulo <em>East Kent Goldings </em> em flor, trazido de presente pelo André Braga, amigo da Suiça que  volta e meia chega da zoropa com váaaaarias moambas cervejeiras;</p>
<p style="text-align: justify;">- a <em><strong>Jefferson&#8217;s Beer,</strong> </em> American Pale Ale, do confrade Tiago, margosinha e deliciosa, irmã  de panela de outras duas servidas no evento (ele fez 3 cervas com o  mesmo mosto). Pudemos, com essas cervas testar os resultados de fermentações  com nossos conhecidos fermentos US-05 e Nottingham, aquela pegando mais  pelo lúpulo, mais agressiva e esta mais para inglesinha, elegante e  seca;</p>
<p style="text-align: justify;">- dessa mesma panela saiu ainda a mais  elogiada da tarde (na verdade, manhã tarde e noite, porque os  trabalhos começaram no final da manhã, terminando depois das 19h rsss),  uma segunda edição da <em><strong>V.D.K. </strong>(<a href="http://www.confrariadomarques.com.br/?p=100" target="_self">leia o post sobre a V.D.K.</a>), </em>dessa usando o tal fermento no mosto da <em>Jefferson&#8217;s  Beer, </em>o que gerou uma cerva belga toda vida, de fenólico (cravo)  pronunciado, cristalina em oposição às irmãs e que espetou o coração  dos cervejeiros formados no último sábado (e o meu também);</p>
<p style="text-align: justify;">- uma <strong><em>Belgian Ale</em></strong>, minha, também  bastante elogiada, tendo roubado da <em>V.D.K. </em> a preferência de alguns alunos. Tratava-se de um mosto de Bock, feito  com decocção e tudo, mas para o qual eu não tinha fermennto lager  suficiente;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>- </em> uma <strong><em>Bitter</em></strong>, também minha, irmã de panela da Scotish, fermentada  com o nosso amigo Nottingham, na qual fiz uma gracinha a mais: levou  <em> keg hopping </em>(técnica de lupulagem no barril). Confesso que não  me lembro dos comentários dos alunos sobre ela, mas meu amigo <a href="http://www.cervejarte.org/" target="_blank">Ricardo  Rosa</a> e minha prima <a href="http://femalecarioca.blogspot.com" target="_blank">FemAle Duda</a> gostaram tanto que passaram lá no  final do curso e levaram o barril embora.</p>
<p style="text-align: justify;">E a cerveja feita no curso, que a essa  altura entra na fase de maturação?</p>
<p style="text-align: justify;">Foi uma <strong>American Brown Ale</strong> como no  curso anterior, seguindo as tendências ditadas pela ACervA Carioca  que escolheu esse estilo para uma das categorias do concurso. Só que  dessa vez, metemos um <strong>Peat Smoked Malt</strong>, inglês, que não tem aqui,  presente de um amigo que mora nos states. Pra quem não conhece essa  maravilha, é um malte defumado em turfa, usado para uísque, mas que  dá cervas riquíssimas, como uma <a href="http://blog.cervejarte.org/2007/09/02/cachimbo-da-paz-peat-smoked-brown-porter/" target="_blank">Peat Smoked Porter feita pelo Ricardo  Rosa</a>, já em duas edições e cuja terceira – promete ele  – comparecerá no Festival, dia 11 de outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, os convites para o evento estão  à venda no site da <a href="http://www.acervacarioca.com.br" target="_blank">ACervA Carioca</a>. Precisa dizer que é o maior evento  cervejeiro da América Latina em qualidade e variedade de cervejas caseiras  e artesanais? Comprem oooontem seus ingressos!</p>
<p>Bem. Voltando à receita do curso,  foi o seguinte:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Peated American Brown Ale<br />
</strong></span>(receita para 19 litros com 65% de eficiência de brassagem)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>4,2 k de malte pilsen (80,5%);<br />
310 g de Caramunich I (5,9%);<br />
310 g de Peat Smoked Malt (5,9%);<br />
260 g de Carafa I (5%);<br />
140 g de Caraaroma (2,7%);<br />
Hallertau Tradition (10% a.a),  faltando 40&#8242; para o final da fervura – calculados 35 IBU<br />
Usamos fermentos US-05 e Nottingham, tendo dividido a leva.</em></strong></p>
<p><em><strong>OG: 1,052</strong></em></p>
<p><em><strong>Ela está fermentando por uma semana a 20º e depois vai maturar por mais duas a 10º.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O almoço veio de Mendes/RJ, da <strong>Fazenda do Alemão</strong>: Eisbein com chucrute, salada de batata, salaminho, salsichas, uma mostardinha maravilhosa, super picante que eles fazem lá, hummmmm … pão de centeio e outros petisquetes. <strong>O contato da Fazenda do Alemão é (24) 2465-5050 (D. Ana e Sr. Manfred)</strong>. Recomendo ! Preço pra lá de honesto e qualidade 100%. Pedidos até terça para receber no Rio na sexta.</p>
<p><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03321.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-247" style="border: 1px solid black;" title="dsc03321" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dsc03321-300x225.jpg" alt="dsc03321" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, é isso. Quem não pôde  fazer esse curso, que lotou, fique atento, pois vamos programar outro  ainda para 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos novos cervejeiros, ao Lapa Café,  FemAle Luciane e todos os que nos ajudaram e brindaram conosco à  alegria de confraternizar bons momentos com boas cervejas, um grande  abraço da Confraria do Marquês.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/colagem1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-276" style="border: 1px solid black;" title="colagem1" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/colagem1.jpg" alt="colagem1" width="400" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Peated Brown já reservou vaga no <a href="http://www.acervacarioca.com.br" target="_blank"><strong>Festival de Cervejas da ACervA, dia 11 de outubro</strong></a>. Apareçam para conferir!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/027_cartaz-festival-acerva2009-scaled.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-260" style="border: 1px solid black;" title="027_cartaz-festival-acerva2009-scaled" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/09/027_cartaz-festival-acerva2009-scaled-212x300.png" alt="027_cartaz-festival-acerva2009-scaled" width="212" height="300" /></a></p>
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		<title>Hop Wine &#8211; Extreme Beer</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 12:06:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cervejas Produzidas]]></category>
		<category><![CDATA[edu recomenda]]></category>
		<category><![CDATA[empirismo]]></category>
		<category><![CDATA[extreme beer]]></category>
		<category><![CDATA[hop wine]]></category>
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		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
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		<description><![CDATA[Das cervejas inventadas pela Confraria do Marquês, talvez a Hop Wine tenha sido a que mais recebeu comentários e elogios na comunidade cervejeira do Brasil. Apesar de boa parte da história dessa cerveja extrema já tenha sido contada pelos blogueiros e mesmo vivenciada pela galera cervejeira, me deu vontade de falar dela, principalmente por dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Das cervejas inventadas pela Confraria do Marquês, talvez a Hop Wine tenha sido a que mais recebeu comentários e elogios na comunidade cervejeira do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de boa parte da história dessa cerveja extrema já tenha sido contada pelos blogueiros e mesmo vivenciada pela galera cervejeira, me deu vontade de falar dela, principalmente por dois motivos. Primeiro, porque fui honrado com um convite de uma das melhores cervejarias do Brasil para produzir um lote da Hop Wine (sim, para os que gostaram da brincadeira, vai se possível comprá-la, no início de 2010); segundo, porque já está em andamento a fermentação da Double Hop Wine, que seria uma quarta cerveja da “trilogia” de IPAs de que <a href="http://edurecomenda.blogspot.com/2008/05/artesos-da-cerveja-mauro-nogueira-hop.html" target="_blank">falou</a> o Edu Passarelli.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme contei ao Edu, tudo começou quando resolvi fazer uma trilogia de IPAs, aumentando a lupulagem e o teor alcoólico. Fiz uma levezinha, com uns 6% de alcool e uns 60 IBU; outra, mais desafiadora do nível de testosterona do degustador, com 8,2% e 105 BU (esta <a href="http://latinhasdobob2.zip.net/arch2008-05-18_2008-05-24.html" target="_blank">comentada</a> pelo Roberto Fonseca), chegando, enfim à Hop Wine, a terceira da trilogia, com sinistros 11,5% de teor alcoólico e 150 IBU.</p>
<p style="text-align: justify;">No meio dessa viagem humulu-lupúnica (essa palavra não existe, viu !), alguns fatos já me direcionavam ao radicalismo. Eu tinha lido o livro Barley Wine – History, Brewing Tecniches, Recipes, de Fal Allen e Dick Cantwell (daquela série americana Classic Beer Style) e tinha feito a minha primeira BW. Tentei uma Barley Wine bem no figurino e ela ficou bem boa: bonita, vermelha límpida, equilibradamente esterificada, 10,8% e 70 IBU. Ainda existe um exemplar dessa belezura, com 2 anos e meio de garrafa, enterrada no meu sítio em Teresópolis. Quando fizermos a exumação, conto dela em outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a segurança da leitura acima, que recomendo fortemente, e o sucessso da Barley Wine, comecei a me empolgar com a idéia de uma cerveja mais lupulada que uma Barley Wine e mais alcoólica que uma Imperial IPA. Isso segundo os parâmetros americanos do BJCP.  Era isso: a cerveja, ao invés de ser um “vinho de cevada”, seria um vinho de lúpulo, a Hop Wine, mesmo porque iria meter açúcar na danada, já ponto de chatear bastante os reihengestebotistas de plantão. E o malte ficaria em segundo plano, mas com a difícil missão de tornar palatável uma cerva tão radicalmente lupulada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ia me esquecendo de contar que grande parte da pilha por fazer uma extreme beer surgiu numa das visitas do <a href="http://www.realbeer.com/edu/6-pack/pete.php" target="_blank">Pete Slosberg</a>. O Pete, americano da California, para quem não conhece, é, nada menos que um dos fundadores do movimento da cerveja artesanal nos Estados Unidos. Ele é “o cara” lá nos States. Teve uma micro cervejaria na década de 80, que depois largou para produzir outra grande invenção do ser humano: chocolate. Segundo ele, cerveja e chocolate têm tudo a ver, pois resultam do equilíbrio entre o doce e o amargo. Mas é claro que não foi com chocolatezinho que o cara me pilhou a fazer a Hop Wine (brincadeira. Adoro chocolate e tenho o maior respeito por quem gosta e muito mais por quem faz). Foi, obviamente, com uma das cervejas californianas que ele, em conluio com o <a href="http://blog.cervejarte.org/" target="_blank">Ricardo Rosa</a>, inventou de trazer de lá. Entre cervas maravilhosas e outras mais para gaiatas como uma tal de trigo com melancia (mó gostão de melancia rssss), o cara me saca, lá pelas tantas, uma garrafa (que guardo até hoje) de <a href="http://www.moylans.com/site/pages/brewery/beer.php" target="_blank">Moylan&#8217;s Hopsickle Imperial Ale</a>. Se dizia “triple hoppy” e tinha 9,2% a diaba. Me apaixonei por ela, mesmo tendo certeza de que ela foi o caroço da minha azeitona aquela noite, me nocauteando, igualzinho ao que aconteceu com o Roberto Fonseca ao “degustar”, depois, um litro da Hop Wine (não estou caguetando ninguém. Ele mesmo <a href="http://latinhasdobob2.zip.net/arch2008-05-18_2008-05-24.html" target="_blank">narrou</a> o fato.)</p>
<p style="text-align: justify;">Já com as duas primeiras levas da trilogia devidamente bebidas, pus em prática o projeto, que era basicamente o seguinte:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Hop Wine</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>- 80% malte pilsen<br />
- 5% malte carahell ou outro malte cristal claro<br />
- 15% açúcar (adicionado na fervura)<br />
- Lupulos Columbus ou Galena (para amargor) e Cascade para sabor e aroma<br />
- Fermento líquido California Ale, da White Labs, ou simplesmente US-05, seco<br />
- Pelo menos o dobro da quantidade de fermento usada para uma cerveja normal ou a “lama” de uma fermentação anterior<br />
- Fermentação a 18º</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Columbus entra numa única lupulagem, faltando 60&#8242; para o final da fervura, garantindo ao menos 100 IBU. Pode ser outro lúpulo de alto teor de alfa ácidos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Cascade, como é mais para sabor e aroma, não adianta receitar em IBUs. São 100g para cada 20 litros de cerveja, divididos em lupulagens com intervalo de 5 minutos, a partir do momento da fervura em que faltam 20 min para terminar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais 30 g/20 l de dry hopping Cascade, faltando 5 dias para envasar e está lupulada a criança.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maturação a 10º por pelo menos 1 mês<br />
OG: 1,106<br />
FG: em torno de 1,020</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tem que aerar muuuuuuuito. Recomendo usar O2 puro (por 1 min) ou sacudir até não guentar mais a cerveja num garrafão de água, de 10 em 10 litros, para depois despejar no fermentador.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado disso foi um sucesso enorme e muitos elogios sinceros de que me orgulho muito. Vejam os comentários do <a href="http://edurecomenda.blogspot.com/2008/05/artesos-da-cerveja-mauro-nogueira-hop.html" target="_blank">Edu Passarelli</a>, do <a href="http://latinhasdobob2.zip.net/arch2008-05-18_2008-05-24.html" target="_blank">Roberto Fonseca</a>, da <a href="http://opusc3.blogspot.com/2009/04/mauro-nogueira-na-padoca.html" target="_blank">galera de Floripa</a>, e do cervejeiro e bloger Marco Zimmerman, que destacou a Hop Wine como <a href="http://opusc3.blogspot.com/2009/04/encontro-da-acerva-carioca-e.html" target="_blank">“a melhor cerveja produzida no Brasil”</a>, além da repercussão da passagem da Hop Wine pelo III Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, realizado pela ACervA Mineira, onde foram-lhe servidos até roncar dois cornélius.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mauroluhopwine.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96" title="mauroluhopwine" src="http://www.confrariadomarques.com.br/wp-content/uploads/2009/07/mauroluhopwine-300x225.jpg" alt="mauroluhopwine" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Bem. É isso. Quis fazer uma homenagem a essa cerveja pelos dois motivos de que falei no começo: primeiro, porque ela vai deixar de ser caseira e vai ter para todo mundo (a cerveja caseira só perde para a industrial no quesito quantidade) e depois porque vem aí a Double Hop Wine. Conto dela depois.</p>
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		<title>Receita: Oatmeal Stout (stout com aveia)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 00:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[galena]]></category>
		<category><![CDATA[nottingham]]></category>
		<category><![CDATA[oatmeal]]></category>
		<category><![CDATA[stout]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita para 25 litros (+ou- 23 no fermentador): 3k de malte pilsen (54,1%) 1k de malte Munich II Weyermann (18%) 500 g de aveia em flocos (9%) 350g de malte Caraaroma (6,3%) 250 g de malte Carafa III (4,5%) 250 g de Roasted Barley, cevada torrada (4,5%) 200 g de malte Carafa I (3,6%) 30g [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;">Receita para 25 litros (+ou- 23 no fermentador):</span></p>
<p><em>3k de malte pilsen (54,1%)<br />
1k de malte Munich II Weyermann (18%)<br />
500 g de aveia em flocos (9%)<br />
350g de malte Caraaroma (6,3%)<br />
250 g de malte Carafa III (4,5%)<br />
250 g de Roasted Barley, cevada torrada (4,5%)<br />
200 g de malte Carafa I (3,6%)<br />
30g de lúpulo Galena (13% alfa ácido, 33,1 IBU) faltando 40 min para o final da fervura<br />
Fermento Nottingham<br />
OG: 1,055<br />
FG: 1,017<br />
Teor alcoolico: 5%<br />
Brassagem: 1h15&#8242; a 65º</em><em> Fervura: 90 min</p>
<p>Depois da fermentação a 17º, maturar a 10º por 3 semanas, engarrafar e aguardar 2 meses para degustar, com as garrafas armazenadas a temperatura ambiente.</em></p>
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