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XXVI TURMA! NOVO CURSO!

palavras do confrade Confraria, em 30 de setembro de 2011

Olá pessoal, a Confraria convida a todos para a XXVI turma de produção de cerveja caseira! Desta vez, em nossa sede: Teresópolis!

O curso será dia 22 de outubro e tem duração de 9 horas num único dia (de 11h às 20h) e tem como objetivo iniciar cervejeiros, divulgando o método da Confraria do Marquês para a produção de cerveja caseira nos mais variados estilos.

Começamos com uma abordagem teórica sobre cerveja, seus ingredientes (água, malte, lúpulos, adjuntos e especiarias) e um panorama do processo de produção, ressaltando as principais semelhanças e diferenças entre a produção artesanal e a industrial.

Após essa breve explanação teórica, os alunos colocam a mão na massa (ou melhor, no malte!) para vivenciar a produção de uma leva de cerveja.

O investimento é de R$350,00, incluindo almoço e degustação farta de alguns dos estilos de cerveja da Confraria do Marquês, além de apostila básica e consultoria posterior ao curso. Para efetuar sua inscrição realize um depósito no valor do investimento em uma das contas abaixo:

Banco do Brasil – agência 3010-4 – POUPANÇA 14636-6 – Tiago Cabral Dardeau – CPF 083098377-55

Itaú – agência 6134 – conta corrente – 10934-4 – Andre Nader – CPF 04807117718.

Depois envie uma mensagem para:

tiagodardeau@gmail.com

nader74@gmail.com

Alunos no pódio!!

palavras do confrade Confraria, em 4 de julho de 2011

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Mais uma vez ficamos bastante orgulhosos com a presença de nossos ex-alunos entre os premiados do 6° Concurso Nacional de Cervejas Artesanais. Se não me engano, em todos os concursos tivemos alguma presença de ex-aluno na premiação. Essa sempre foi nossa missão. Parabéns a todos e em especial ao Nicholas que venceu numa categoria dificílima e com dica do Maurinho! Quem diria que a pilsen campeã seria feita com fermento seco e com uma mãozinha de Cascade! Essa história ele contou no seu blog

English Barleywine

4º lugar: Daniel Caruso e Lucio Fialho – Rio de Janeiro (RJ) Lúcio, da Cerveja Lúcida, recebendo sua medalha (e do Daniel Caruso!) junto com Max Prujansky, Paulo Schiavetto e Marco Falcone

Bohemian Pilsner

1º lugar: Nicholas Bittencourt – Niterói (RJ)

Bernardo, do excelente Homini Lupulo, recebendo o prêmio pelo Nicholas

4º lugar: Leonardo Botto – Rio de Janeiro (RJ)

Botto, garantindo mais um prêmio para sua coleção!

Classic Rauchbier

3º lugar: Carlo Marcello Siqueira – Rio de Janeiro (RJ)

Mauro recebeu pelo Carlo, mas não temos foto.

Crédito das fotos: http://cervejasbrasil.wordpress.com/

XXI CURSO DE CERVEJA ARTESANAL DA CONFRARIA !

palavras do confrade Mauro Nogueira, em 22 de maio de 2011

Juntamos hoje uma turma maneiríssima para o vigésimo curso da Confraria.

Fizemos uma Belgian Strong Dark. Depois a gente posta a receita, mas teve pilsen, munich, melano, cara 120 e um tico de carafa só para cor.

Usamos lama de t-58 da Tamarindo Belgian Pale Ale que tem passagem comprada para Floripa.

Degustamos o dia todo India Black Ale, a AleluiaOgum! e a segunda versão da Camarada, que foi sucesso absoluto e tem um corniezinho prometido para Floripa também.

Rapeizi muito maneira a dessa turma !

Brassagem AO VIVO! India BLACK…

palavras do confrade André Nader, em 2 de novembro de 2010

Brassagem AO VIVO! India BLACK Ale da Confraria do Marquês!

http://www.ustream.tv/channel/india-black-ale-ao-vivo-no-dia-dos-mortos1

Dilma vez só: Dunkelweizen pa…

palavras do confrade Mauro Nogueira, em 31 de outubro de 2010

Dilma vez só: Dunkelweizen para o curso do dia 28/11, wet hopped Wheat Wine com o primeiro mosto e Lulúpulo 2010!

Parabéns a @FemAle Carioca pe…

palavras do confrade Confraria, em 22 de setembro de 2010

Parabéns a @FemAle Carioca pelo aniversário hoje !!

Menininha, a Wit Campeã !!

palavras do confrade Mauro Nogueira, em 14 de setembro de 2010

No começo de agosto, eu e o confrade Andre botamos em prática um projeto antigo, já muitas vezes adiado pelo vício de fazer cervejas lupuladas, alcoolicas, extremas, radicais etc. A idéia era trabalhar um estilo muito apreciado, mas que é desses de dar raiva na hora de colocar só um tico de lupulo ou de planejar o teor alcoolico abaixo de 5%: uma wit, cerveja de trigo em estilo belga, condimentada normalmente com semente de coentro e casca de laranja. Cerveja leve, refrescante, de alto drinkability, coisa de menininha… rs

A malandragem dela seria colocar na receita um ingrediente do quintal da nossa casa em Terê, onde está sediada a Confraria do Marquês. Planejamos então juntar a semente de coentro casca do lindo limão galego do quintal.

os escolhidos

os escolhidos

eles no pé

eles no pé

Várias firulas tinha essa cerva. Primeiro, o fermento específico era um Brewferm Blanche que o Ricardo tinha me dado há um tempão, tanto tempo que o bichinho já estava vencidaço há mais de 1 ano. Tive que trabalhar o fermento fazendo um starter de 2 l. As celulas ainda viáveis no pacotinho entenderam bem o recado: cresceram e multiplicaram, a ponto de darem conta de fermentar os 60 litros da nossa leva.

O trigo das wits normalmente é não-malteado. Comprei um trigo organico numa loja natureba. O bicho é danado de duro e foi o primeiro grão a vencer nosso moinho tabajaramente automatizado com uma furadeira nova e potente, mas que não conseguiu fazer o moinho rodar com o trigo. Partimos para o liquidificador, que moeu direitinho.

O trigo não malteado precisa ser cozido antes da brassagem. Trigo em flocos é bem mais caro mas é bem mais prático, por ser pre-cozido e não precisar moer.

Cozinhamos o trigo, que virou uma especie de papa. Dava até medo de juntar malte ali.

Completamos a água da brassagem e juntamos a aveia para fazermos a parada proteica, por 20 min. Depois, subimos para a sacarificação a 65º, só colocando o malte nessa fase.

Pelo baixo percentual de malte na receita (49%, contra 46 de trigo + aveia não malteados), planejamos uma brassagem bem longa, de 2h. E o resultado dessa brassagem longa, que tenho percebido também em outras cervas feitas ultimamente, foi uma belíssima atenuação. Muitas vezes eventual teste do iodo pode até acusar conversão plena do amido em bem menos tempo, mas há açucares não fermentáveis, trabalhados pela alfa amilase, que precisam esperar a ação da beta também sobre eles. E isso acontece numa brassagem longa.

A receita tinha, então, 49,4% de malte pilsen, 38% de trigo não malteado orgânico, 7,6 % de aveia em flocos (para garantir o aveludado que conquistaria os jurados do III Mini Concurso da ACervA Carioca)  e 5% de açucar. O açucar entrou na receita para garantir a fermentabilidade do mosto, dando leveza a cerveja e como ingrediente incolor, já que queríamos uma wit bem branca mesmo.

De lupulo, usamos a quantidade ridícula de 40 g de cluster, gerando 11 unidades de amargor. Uma vergonha ! rss

Nossa Menininha, como resolvemos apelidar essa wit campeã em homenagem a minha sobrinha e filha do Andre, Flora, que aniversariou pela segunda vez no sábado da premiação, ficou assim (receita para 60 litros):

6,5k de malte pilsen

5k de trigo não malteado orgânico

1k de aveia em flocos

660 g de açucar refinado

40 g de lupulo Cluster (a.a. 7%), faltando 60 min para o final da fervura (total de 90 min)

40 g de semente de coentro

40 g de casca de limão galego (so a casca de fora mesmo, onde estão os óleos essenciais, sem pegar a parte branca, que é amarga)

Fermento Brewferm Blanche, seco.

OG: 1047

FG: 1009

Fermentou por 1 semana no frio de terê, sem controle de temperatura. Apenas guardamos na geladeira desligada,  o que garantiu uma variação pequena de temperatura, que ficou em torno de 17º. Foi legal que nessa temperatura baixa a cerveja não esterificou muito, prevalecendo o aroma do coentro, ja´que o limão galego também não apareceu muito.

Depois de maturar por 3 semanas, o resultado foi que ela emplacou no III Mini Concurso da ACervA Carioca, levando o primeiro lugar, na maravilhosa festa de sábado na casa do Jooooohn !!

Eram 21 cervejas excelentes, das quais degustei 7, como jurado escalado para uma mesa de bocks, dopplelbocks, rauch, pilsen e uma dubbel. Foi muito legal julgar todas essas cervejas pela concepção da receita, pois nenhuma delas tinha defeitos como contaminação ou off flavors decorrentes de erros no processo de fabricação.

Ouvi o mesmo dos jurados das outras mesas. A galera do Rio está realmente sinistra, fazendo cervejas cada vez melhores.

a galera compenetrada julgando as cervejas

a galera compenetrada julgando as cervejas

Depois da primeira fase, que escolheu 2 cervejas de cada mesa para uma final com as 6 mais bem pontuadas, foi servido ao almoço, um cozido maravilhoso do pessoal do Comida di Panela.

O Lucio fez uma palestra inaugurando as atividades da Fermentoteca Carioca, para ensinar a turma a propagar os fermentos que a ACervA está colecionando e depois foi a segunda fase do julgamento. Fui comunicado de que não iria participar do julgamento essa segunda fase, sinal de que nossa cerva estava entre as 6 melhores !!

Muito maior foi a felicidade de saber que ela ficou em primeiro lugar e que será a cerveja oficial da tradicional Ceia de Natal da ACervA Carioca !

Antes desse evento, já combinamos de trabalhar no projeto Double Wit, receita com parametros parecidos, mas com teor alcoolico mais alto.

Confraria na mídia!

palavras do confrade Tiago Dardeau, em 14 de setembro de 2010

No dia 26 de agosto, fui capa (junto com papai!) do caderno de bairros Tijuca, do jornal O Globo. A entrevista foi sobre degustação de cervejas, mas é claro que a criação entrou na história!  Acompanharam a reportagem degustadores de cachaça, café e vinho. Para nosso orgulho, os mistérios da bebida de Baco foram apresentados por meu pai, Rogério Dardeau! Enfim, um encontro de família!

Para ler, baixe o arquivo zipado com a íntegra da matéria em formato pdf.

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A Confraria é notícia no 1º Concurso Paulista de Cervejas Caseiras!

palavras do confrade André Nader, em 27 de julho de 2010

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Aconteceu no último fim de semana, dia 25 de julho, a festa de premiação do 1º Concurso Paulista de Cervejas Caseiras, em Votorantim – SP. Nosso confrade Maurinho Nogueira teve a honra de ser convidado para compor o juri que escolheu a melhor ESB (Extra Special/ Strong Bitter) dentre as 31 cervejas concorrentes.

Depois de muita festa e confraternização (essa parte o Maurinho deve aprofundar num outro post, mas pelos relatos o lance lá foi coisa fina!), foi anunciado o primeiro lugar para Guilherme Alberici de Santi, de Campinas, com a cerveja DeSanti.

No final, os ilustres representantes cariocas no juri do evento, Ricardo Rosa, Leonardo Botto e Maurinho Nogueira, foram surpreendidos com uma bela homenagem, recebendo o prêmio Wilhelm IV pelo trabalho na difusão da cultura da cerveja caseira.

Eu, infelizmente, não estive lá mas pude ter uma boa idéia do que rolou lendo os links abaixo, todos amistosamente surrupiados da nossa amiga FemAle Lu em http://twitter.com/FemAleLu.

Cobertura do 1º Concurso Paulista de Cerveja Caseira

- Aos Vencedores, os prêmios!
- Festival de Inverno 2010: Menos de um ano após a “retomada”, ACervA Paulista vive seu melhor momento
- 1º Concurso Paulista de Cervejas Caseiras: O julgamento
- Concurso Paulista: equilibrada, campeã tem vantagem folgada
- 1º Concurso Paulista de Cervejas Caseiras e Festival de Inverno da ACervA Paulista

Cervejinha

palavras do confrade Tiago Dardeau, em 16 de julho de 2010

Todo cervejeiro tem seu “escritório” preferido, o meu é a Nygri, delicatessen na Tijuca com uma carta de cervejas em constante transformação. Espaço pequeno, aconchegante, com bom atendimento e petiscos maravilhosos, além das cervejas, é claro!

Passei lá esta semana para uma cervejinha rápida, mas acabei encontrando o amigo LG, que não via há tempos! Entre agradáveis discussões sobre as sensações organolépticas e a classificação das cervejas (esse assunto vale um post à parte!), resolvi provar a Monster Ale, Barley Wine da Brooklyn, que aportou em terras brasileiras recentemente.

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Mais uma cerveja que entra na lista “prefiro a minha”. Com todo respeito às importadas que chegam por aqui, mas também com muito orgulho das nossas produções caseiras, preciso dizer que não achei grandes coisas essa Barley Wine. A graduação de 10% cai bem, mas o amargor é excessivo para o estilo.

Lembrei-me então de uma Barley que servimos num curso há uns anos atrás que ficou maravilhosa e de tantas outras de grandes mestres caseiros.

Bem, continuarei experimentando tudo que aparecer por aqui, inclusive a Brooklyn IPA tem sido uma grande companheira (adoro esta cerveja!), mas fica a lição: rótulo não é tudo…

Confraria do Marquês no Festival de Premiação do IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais

palavras do confrade André Nader, em 13 de outubro de 2009

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XIII Curso de Cerveja Artesanal da Confraria do Marquês – Peated Brown Ale

palavras do confrade Mauro Nogueira, em 30 de setembro de 2009

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Mesmo super sem tempo em função dos compromissos particulares de cada um dos confrades e principalmente por causa do envolvimento com a realização do IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, promovido pela ACervA Carioca, a Confraria do Marquês realizou, neste último sábado, dia 19 de setembro, o XIII Curso de Cerveja Artesanal.

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Como já é sabido, a Confraria vem, ao longo desses 4 anos de existência, se dedicando à divulgação da cultura da cerveja caseira, formando cervejeiros iniciantes, nos cursos em que propagamos o método e receitas que desenvolvemos.

Duas grandes novidades nessa edição do curso da Confraria: primeiro, a ilustríssima participação do “recém-confradado” André Nader, meu cunhado e compadre do Tiago (mó panelinha essa Confraria do Marquês, hein …), cervejeiro para variar amante de IPAs, mas talentoso também na parte informática do projeto. Deu um oxigênio no site, que está fermentando que é uma beleza, com muitas e muitas visitas diárias, o que nos deixa feliz por constatar a realização do sonho de presenciar a ebulição do movimento pela criação da cultura da cerveja caseira e de qualidade no Brasil.

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A outra novidade foi mais uma visita ao mais novo endereço do circuito cervejeiro carioca, o amigo Lapa Café (Rua Gomes Freire, 453 – de segunda sexta até as 19h), onde se podem degustar não só as melhores cervejas especiais, importadas e nacionais, como – mais especiais ainda – alguns exemplares de cervas caseiras.

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Outra presença adorável foi a FemAle Luciane (a Lu), no controle de qualidade (das cervejas todas e do toque feminino que evita do curso descambar prum lance mais ogro… rsss).

O curso foi regado a sete cervejas diferentes da Confraria do Marquês, seis delas servidas em barril e mais a Hop Wine, que deu o ar da graça em dois bier sifons que secaram rapidinho.

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As dos cornélius eram:

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- uma Scotish Ale, que abriu os trabalhos, levezinha e com as notas interessantes desse fermento Scotish Ale da Wyeast, testado pela segunda vez por mim (a primeira gerou uma Peat Smoked que vai rolar num cornélius no festival da ACervA em 11 de outubro) e do lúpulo East Kent Goldings em flor, trazido de presente pelo André Braga, amigo da Suiça que volta e meia chega da zoropa com váaaaarias moambas cervejeiras;

- a Jefferson’s Beer, American Pale Ale, do confrade Tiago, margosinha e deliciosa, irmã de panela de outras duas servidas no evento (ele fez 3 cervas com o mesmo mosto). Pudemos, com essas cervas testar os resultados de fermentações com nossos conhecidos fermentos US-05 e Nottingham, aquela pegando mais pelo lúpulo, mais agressiva e esta mais para inglesinha, elegante e seca;

- dessa mesma panela saiu ainda a mais elogiada da tarde (na verdade, manhã tarde e noite, porque os trabalhos começaram no final da manhã, terminando depois das 19h rsss), uma segunda edição da V.D.K. (leia o post sobre a V.D.K.), dessa usando o tal fermento no mosto da Jefferson’s Beer, o que gerou uma cerva belga toda vida, de fenólico (cravo) pronunciado, cristalina em oposição às irmãs e que espetou o coração dos cervejeiros formados no último sábado (e o meu também);

- uma Belgian Ale, minha, também bastante elogiada, tendo roubado da V.D.K. a preferência de alguns alunos. Tratava-se de um mosto de Bock, feito com decocção e tudo, mas para o qual eu não tinha fermennto lager suficiente;

- uma Bitter, também minha, irmã de panela da Scotish, fermentada com o nosso amigo Nottingham, na qual fiz uma gracinha a mais: levou  keg hopping (técnica de lupulagem no barril). Confesso que não me lembro dos comentários dos alunos sobre ela, mas meu amigo Ricardo Rosa e minha prima FemAle Duda gostaram tanto que passaram lá no final do curso e levaram o barril embora.

E a cerveja feita no curso, que a essa altura entra na fase de maturação?

Foi uma American Brown Ale como no curso anterior, seguindo as tendências ditadas pela ACervA Carioca que escolheu esse estilo para uma das categorias do concurso. Só que dessa vez, metemos um Peat Smoked Malt, inglês, que não tem aqui, presente de um amigo que mora nos states. Pra quem não conhece essa maravilha, é um malte defumado em turfa, usado para uísque, mas que dá cervas riquíssimas, como uma Peat Smoked Porter feita pelo Ricardo Rosa, já em duas edições e cuja terceira – promete ele – comparecerá no Festival, dia 11 de outubro.

Aliás, os convites para o evento estão  à venda no site da ACervA Carioca. Precisa dizer que é o maior evento cervejeiro da América Latina em qualidade e variedade de cervejas caseiras e artesanais? Comprem oooontem seus ingressos!

Bem. Voltando à receita do curso, foi o seguinte:

Peated American Brown Ale
(receita para 19 litros com 65% de eficiência de brassagem)

4,2 k de malte pilsen (80,5%);
310 g de Caramunich I (5,9%);
310 g de Peat Smoked Malt (5,9%);
260 g de Carafa I (5%);
140 g de Caraaroma (2,7%);
Hallertau Tradition (10% a.a),  faltando 40′ para o final da fervura – calculados 35 IBU
Usamos fermentos US-05 e Nottingham, tendo dividido a leva.

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Ela está fermentando por uma semana a 20º e depois vai maturar por mais duas a 10º.

O almoço veio de Mendes/RJ, da Fazenda do Alemão: Eisbein com chucrute, salada de batata, salaminho, salsichas, uma mostardinha maravilhosa, super picante que eles fazem lá, hummmmm … pão de centeio e outros petisquetes. O contato da Fazenda do Alemão é (24) 2465-5050 (D. Ana e Sr. Manfred). Recomendo ! Preço pra lá de honesto e qualidade 100%. Pedidos até terça para receber no Rio na sexta.

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Bom, é isso. Quem não pôde fazer esse curso, que lotou, fique atento, pois vamos programar outro ainda para 2009.

Aos novos cervejeiros, ao Lapa Café, FemAle Luciane e todos os que nos ajudaram e brindaram conosco à  alegria de confraternizar bons momentos com boas cervejas, um grande abraço da Confraria do Marquês.

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A Peated Brown já reservou vaga no Festival de Cervejas da ACervA, dia 11 de outubro. Apareçam para conferir!

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Jefferson’s Beer e a inventividade americana!

palavras do confrade Tiago Dardeau, em 31 de agosto de 2009

Jefferson’s Beer é fruto da liberdade americana com a tradição inglesa. Utilizei 300 gramas de lúpulo num mosto formado de malte pilsen e caramelo. A lupulagem foi  focada no sabor e aroma (típico de muitas cervas americanas), com um amargor equilibrado.  Apesar disso, o fermento Nottingham teve uma atenuação excelente deixando a cerveja seca, característica típica da escola inglesa. Nossos próximos alunos (curso em 19/09) terão a oportunidade de experimentá-la.

(Para você que começou a ler este post e está sentindo um gostinho de deja-vu, cabe esclarecer que o mesmo foi editado, ganhando a receita completa em seu conteúdo. Por isso o post foi re-alocado, aparecendo agora como post mais recente na seção ‘AS CERVEJAS’)

Eu e meu assistente de produção!

Eu e meu assistente de produção!

A Jefferson’s Beer é isso, americana por princípio, mas com algumas raízes inglesas!

Thomas Jefferson foi presidente dos Estados Unidos e autor da Declaração da Independência Americana em 1776. A Declaração foi o início do processo de independência dos EUA, mas esta só foi reconhecida pelos ingleses em 1783. Neste período os americanos foram ganhando forças para derrotar as tropas britânicas.

Jefferson’s Beer é  minha cerveja em homenagem aos americanos que construíram uma escola cervejeira altamente criativa, diversificada, experimental e sem limites.

Com total domínio do processo e equipamentos de ponta, os americanos utilizam a experiência das escolas clássicas e o espírito de liberdade para transpor os limites e criar cervejas com aromas e sabores inusitados que tem conquistado os amantes do néctar nos quatro cantos do mundo. Para além da gigante Anheuser-Busch (Budweiser), existem mais de 1400 microcervejarias no país que produzem um universo de cervejas que não se encontram em nenhum outro lugar do mundo.  Um dos motivos desse número é o fato de que um homebrewer (cervejeiro caseiro) americano tem muito mais chances de tornar-se um microcervejeiro do que em qualquer outro país. E isso efetivamente acontece! A estrutura dos homebrewers que nem tem intenções comerciais já impressiona qualquer cervejeiro caseiro. Como exemplo, vejam o festival de cerveja envelhecida em madeira que nosso amigo Ricardo Rosa encontrou por lá!

E como exemplo da inventividade dessa escola, apresento-lhes a Flying Dog Brewery, microcervejaria de Denver que investe na imagem de suas cervejas através da parceria com o ilustrador inglês Ralph Steadman (olha os britânicos de novo!!) que produz rótulos exclusivos (e maneiríssimos!) sem respeitar nenhuma norma padrão para rótulos de cerveja. Infelizmente, como a maioria das americanas, não encontramos por aqui. Inclusive, nunca tomei! Mas o site e os rótulos já são um convite e tanto!

http://www.flyingdogales.com/

http://www.flyingdogales.com/

Receita da Jefferson’s Beer – American Pale Ale:

11,00 kg de Malte Pilsner
1,00 kg de Malte Caramel/Crystal – 10L
0,50 kg de Malte Caramunich
10,00 gm de Lúpulo Brewer’s Gold [7,10 %] (30 min)
10,00 gm de Lúpulo Cascade [5,30 %] (25 min)
10,00 gm de Lúpulo Brewer’s Gold [7,10 %] (25 min)
40,00 gm de Lúpulo Saaz [4,90 %] (20 min)
40,00 gm de Lúpulo Amarillo Gold [8,60 %] (20 min)
50,00 gm de Lúpulo Cascade [5,30 %] (20 min)
50,00 gm de Lúpulo Saaz [4,90 %] (10 min)
40,00 gm de Lúpulo Amarillo Gold [8,60 %] (10 min)
50,00 gm de Lúpulo Saaz [4,90 %] (5 min)
1,00 kg de Lúpulo Cane (Beet) Sugar (0,0 EBC)

1.053 o.g.
1.010 f.g

Degustação no Lapa!

palavras do confrade Tiago Dardeau, em 22 de agosto de 2009

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Uma grande festa da cerveja! Essa é a melhor definição para a degustação ocorrida no dia 20/08. Com 20 participantes, todos preparados com seus aventais (brinde do Júnior!), degustamos  cervejas alemãs, inglesas, belgas e brasileiras acompanhadas de deliciosos petiscos preparados pela equipe do Lapa Café. Batatinhas calabresa, queijo coalho, camarão, iscas de frango ao curry, salsichas e um tal de feijão açoriano (delícia!)  foram algumas das companhias do nosso néctar. 

Além das comerciais, levamos a Weiss (campeã interna da ACervA Carioca) e uma red ale, ambas produções do Mauro. No final, ainda tivemos uma rodada de Strong Suffolk gentilmente cedida pela Andréia Calmon e sorteio de um brinde da Abbot (duas latas e um copo) cedido pelo Júnior!

Aguardem as próximas!

 

Confraria do Marquês de cara nova!

palavras do confrade André Nader, em 27 de julho de 2009

Salve, salve, amigos!

Dando continuidade à saga cervejeira da Confraria do Marquês, é com prazer que vos apresento o nosso novo site!

Fazia tempo que, em nossos papos, acreditávamos precisar de uma estrutura virtual que atendesse nossa demanda por agilidade e facilidade na hora de postar nossos conteúdos e que fosse acessível a qualquer um de nós confrades. Daí surgiu a idéia de construirmos um site utilizando o sistema de publicação em código aberto wordpress.

Depois de algum tempo tentando descobrir os caminhos para a customização do sistema, chegamos ao formato que temos hoje.  Apesar de nos parecer  uma organização bastante enxuta, apreciaremos muito a opinião de todos que puderem experimentar as áreas do site. O feedback da audiência é sempre o melhor termômetro!

O que vale é o empenho e prazer que temos em continuar alimentando a cultura da cerveja artesanal e compartilhar nossas aventuras com vocês!

BOA NAVEGAÇÃO e SAÚDE!